
A Nova Zelândia enfrenta atualmente algumas dificuldades econômicas, com aumentos das
taxas de juros alimentados pela alta inflação, junto com um aumento do desemprego.
Por isso, o país recentemente flexibilizou regras para atrair nômades digitais – pessoas que
viajam enquanto trabalham remotamente – na tentativa de impulsionar o turismo.
De acordo com as novas regras, os visitantes podem fazer home office para empregadores
estrangeiros enquanto passam férias no país por até 90 dias (depois disso os turistas ficam
sujeitos a pagar o imposto de residência).
De acordo com o governo neozelandês, “a mudança permitirá que muitos visitantes prolonguem sua
estadia, o que resultará em maior gasto no país”.
As mudanças se aplicam a todos os vistos de visitante, incluindo turistas e pessoas que visitam a
família, parceiros e responsáveis com vistos de longo prazo.

Estima-se que haja 40 milhões de nômades digitais em todo o mundo, segundo um relatório do
Skyscanner, plataforma de busca de passagens aéreas e pesquisas apontam que o número deve
atingir 1 bilhão até 2035, por isso vário países oferecem vistos nômades digitais como Japão, Coreia
do Sul, Estônia, Espanha, Portugal, entre outros.
Para apoiar os novos visitantes, a Nova Zelândia investiu em uma infraestrutura moderna,
que atende às necessidades dos nômades digitais. O país possui ótimas conexões de Internet,
além de espaços de trabalho colaborativos e cafeterias onde é possível trabalhar remotamente.